Henrique deitado, braços atrás da cabeça, encarava o teto escuro como se procurasse respostas ali.
A camisa que ela havia usado ainda pendia na cadeira, e só de olhar, um sorriso bobo escapava.
— Isso vai me dar trabalho… — sussurrou, antes de apagar com ela no pensamento.
No dia seguinte, já no escritório, o celular de Elize vibrou pouco antes do horário de almoço.
Ainda tentando organizar os documentos que tinha sobre a mesa, ela sorriu ao ver o nome de Camila iluminando a tela.
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