Madá ajudou Elize a se levantar do chão do café, com o cenho franzido e o cuidado de quem sabia quando não pressionar.
— Quer sentar um pouco? Você ficou pálida...
Elize só balançou a cabeça, ainda olhando para a porta por onde ele tinha saído. O corpo dela ainda parecia vibrar, como se a presença dele tivesse deixado um rastro no ar.
— Eu... preciso terminar aqui.
— O que aconteceu, Elize?
A resposta veio baixa, quase um sussurro.
— Um fantasma.
Madá franziu a testa, mas preferiu não perguntar