(Emily)
As primeiras luzes da manhã atravessavam as cortinas do quarto como se anunciassem um recomeço. O mundo parecia suspenso no instante exato entre o que fomos e o que ainda podíamos ser. Havia algo de novo no ar, como se a tempestade estivesse finalmente se dissipando. Alexander dormia ao meu lado, os traços relaxados, como há muito tempo eu não via. A respiração ritmada dele era a confirmação de que, de alguma forma, a paz voltava a habitar aquele espaço entre nós.
Passei os dedos com le