POV: Alexander
Eu costumava achar que dor era algo que se podia suportar com força de vontade. Que bastava apertar os punhos, manter a postura, encarar o mundo com o queixo erguido. Que o orgulho era suficiente para manter qualquer alma de pé. Mas desde que ela se afastou, percebi que há dores que nenhum controle domina.
O silêncio de Emily ecoa pelos meus dias como uma maldição sussurrada. Não importa com quem eu esteja, em que reunião eu sente, ou o quanto finja seguir em frente — é sempre el