Sofia acordou antes de Thomas.
Coisa rara.
Ela piscou devagar, tentando entender onde estava, até sentir o cheiro dele no travesseiro e o braço pesado envolvendo sua cintura.
A lembrança da noite anterior veio como um calor lento.
A gaveta.
O ciúme.
O cuidado dele.
O banho.
O toque.
E o jeito como ela tinha adormecido no peito dele, como se ali fosse a casa que ela nunca teve.
Ela tentou se mexer.
Erro.
O braço dele a puxou de volta sem abrir os olhos.
— Onde pensa que vai? — Thom