Joyce andava de um lado para o outro no quarto da mansão Nunes como um animal enjaulado.
O celular jogado sobre a cama.
As unhas roídas.
Os nervos à flor da pele.
— Aquela mulher tem que ter algum podre… — murmurou.
Pegou o primeiro objeto que encontrou.
Um vaso decorativo.
Arremessou contra a porta.
O impacto ecoou pela casa vazia.
Ninguém veio.
Não havia mais empregados.
Não havia luxo circulando.
Só silêncio.
Só contas bloqueadas.
Só policiais rondando.
Só a sen