Hanna
Sabrina tinha uma missão. E, aparentemente, eu não tinha direito de discordar dela.
— Hana, anda logo! — ela reclamou enquanto mexia no armário. — Você vai embora em três dias. Eu sou sua irmã, não sua empregada doméstica. Você tem que sair comigo.
— Eu estou cansada, Sab… — suspirei, largando o corpo no sofá.
— Problema seu. — Ela apontou para mim como quem dá uma ordem militar. — Vai levantar agora. Nem que eu te arraste pelos cabelos.
E ela arrastava mesmo.
Minutos depois,