As noites voltaram a cair sobre a mansão Farella com o som de berços se movendo, o choro dos gêmeos famintos e a respiração inquieta de uma mãe em pedaços. Já havia se passado alguns dias desde que Isabelle retornara do inferno, e apesar de seus machucados começarem a desaparecer, a alma permanecia em ruínas silenciosas.
A madrugada envolvia a casa com um manto escuro, e o relógio marcava pouco depois das três da manhã quando Isabelle se sentou na cama com um incômodo físico conhecido: seus sei