A casa estava mergulhada em silêncio quando Dominico entrou no quarto com o olhar sombrio. Fechou a porta atrás de si e carregava um envelope preto em mãos. Isabelle estava sentada no divã, ainda fragilizada, envolta em um robe claro de cetim. Seus olhos azuis estavam distantes, mas atentos, como se temessem qualquer movimento inesperado.
Sem dizer nada, Dominico sentou-se ao seu lado. Abriu o envelope devagar, revelando cinco fotografias dispostas lado a lado sobre a mesinha de centro. O silên