Dois dias haviam se passado desde o sequestro, e a Sicília estava em guerra silenciosa. Dominico não dormia. Seus olhos vermelhos e atentos cruzavam mapas, checavam vídeos, comandavam ligações. Cada homem de confiança fora acionado, cada centímetro de influência usado. O El Príncipe não aceitava o silêncio — ele o devorava por dentro.
O que a maioria não sabia era que a polícia jamais fora envolvida. Dominico confiava mais em seus homens do que em qualquer sistema falho. Era pessoal. Era sobre