A madrugada parecia ter engolido o céu, e a escuridão pesada da Sicília era rompida apenas pelos fachos dos faróis que cortavam a estrada de terra. Os pneus de um carro negro de vidros escuros guinchavam ao parar diante de um galpão abandonado no interior, rodeado por pinheiros altos e ameaçadores. Isabelle havia sido sedada novamente e ainda estava desacordada, os braços caídos ao lado do corpo, e os cabelos colados à testa por conta do sedativo. Seus lábios estavam entreabertos, murmurando um