Diguinho caiu de joelhos.
Mas não ficou lá.
Cuspiu no chão, bufou igual touro ferido e, num movimento rasteiro, rápido e desesperado, puxou minha perna de novo.
Dessa vez, me pegou no contrapé.
Cai de costas, de novo, mas já rolando pra evitar a pressão.
Mesmo assim, o desgraçado veio com tudo, jogou o peso do corpo por cima e cravou o joelho no chão ao lado da minha cintura, tentando me travar.
— “Agora é tu que vai pedir arrego…” — ele cuspiu a frase perto do meu rosto, com o bafo de cerveja