ALANA
A quebrada tava em festa.
Mas meu sangue…
tava fervendo.
Não era pela treta em si.
Era pelo tanto que aqueles olhos me subestimaram.
Diguinho achou que eu era só mais uma “mina do Muralha”.
Como se meu nome não tivesse história.
Como se eu não tivesse pisado em chão ensanguentado muito antes de conhecer Caio.
Como se eu não soubesse o que é encarar a morte com um cassetete numa mão e um fôlego só no peito.
E aí veio a Aziza.
Com aquele jeitinho dela.
Braço cruzado, testa franzida