A fumaça ainda dançava no ar.
A quebrada tava em êxtase, o chão vibrando de grito e passo, mas eu…
eu só enxergava ele.
Caio.
Muralha.
Meu homem.
A boca dele ainda colada na minha, a mão espalmada na minha bunda como se fosse território tomado.
E eu deixava.
Porque era nosso.
Porque ele me olhava como se tivesse acabado de ver o sol nascer depois de semanas de guerra.
E, de certo modo, era isso mesmo.
Aí… veio ela.
Aziza.
Sempre com aquele olhar de quem enxerga além.
Braço cruzado, sobrancelha