Narrado por Muralha (Caio)
Ela fechou a porta.
Aziza, com aquele salto batendo no chão, o rabo entre as pernas disfarçado de dignidade.
E a Alana… porra, a Alana ainda tava ali.
De pé.
De toalha.
De rainha.
Com o peito ofegando e a moral de fuzil na cara.
Falou bonito. Falou certo. Falou firme.
E porra… como é que se trepa com uma mulher dessa e ainda acha que manda?
Eu virei pra ela.
A cara ainda fechada.
O sangue fervendo.
— “Minha casa também, é?” — falei, arrastando a voz, sujo de ironia. —