capítulo 64

Narrado por Muralha (Caio)

Ela fechou a porta.

Aziza, com aquele salto batendo no chão, o rabo entre as pernas disfarçado de dignidade.

E a Alana… porra, a Alana ainda tava ali.

De pé.

De toalha.

De rainha.

Com o peito ofegando e a moral de fuzil na cara.

Falou bonito. Falou certo. Falou firme.

E porra… como é que se trepa com uma mulher dessa e ainda acha que manda?

Eu virei pra ela.

A cara ainda fechada.

O sangue fervendo.

— “Minha casa também, é?” — falei, arrastando a voz, sujo de ironia. —
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