Ela respirou fundo. Engoliu seco.
Mas não deu um passo atrás.
— “Tá bom.” — ela disse. A voz não tremeu, mas o olho… o olho vinha molhado de guerra. — “A gente se fala na boca, então. Mas lembra, Caio… uma hora tu vai ter que escolher.”
Virei o rosto na hora, bufando.
— “Escolher o quê, caralho?”
— “Entre ser homem ou ser rei. Porque tem hora que um mata o outro.”
Fechei a cara. Travei os dentes. A raiva me subiu pela espinha como facada lenta.
— “Não vem com filosofia de cozinha pra cim