PH
O ar gélido do hospital do morro parecia impregnado de pavor. Carregar Any desacordada, seu corpo inerte em meus braços, era um pesadelo.
— Alguém ajude! — minha voz rouca ecoou pelo corredor.
Duas enfermeiras surgiram, seus rostos tensos. O reconhecimento brilhou em seus olhos. Fui atendido com uma rapidez que contrastava com a urgência da situação. Levaram Any para uma sala restrita, onde eu não tinha permissão para entrar.
— O que ela tem? — a pergunta escapou como um fio de voz emba