PH
Acordei em um quarto estranho, cercado por aparelhos apitando ritmicamente. As lembranças da noite anterior invadiram minha mente como uma avalanche, e uma onda de preocupação me atingiu. A última imagem nítida era Any, pálida, com sangue escorrendo.
Virei a cabeça com dificuldade e vi Ryan dormindo pesadamente em uma cadeira ao lado da cama.
— Ryan! — minha voz saiu rouca, um fio de som.
Ele sobressaltou, os olhos arregalados antes de se suavizarem em um sorriso aliviado.
— Pai! Que bo