A mesa de manuscritos da Constela estava mais cheia do que nunca.
Desde o sucesso de O Peso das Palavras Não Ditas, a editora virou um farol para autoras e autores que queriam contar suas verdades — especialmente aquelas que, por muito tempo, foram ignoradas ou apagadas.
Aurora lia o quanto conseguia, sempre com o mesmo ritual: chá morno, lápis na mão, anotações à margem. Ela acreditava que algumas histórias vinham até ela por um motivo. Como se escolhessem a Constela.
E naquela sexta-feira cin