Fazia pouco mais de um mês desde que Yves havia entrado na minha vida, e ainda me surpreendia com o quanto as coisas haviam mudado. O tempo parecia correr em uma nova medida — não mais em horas ou dias, mas em mamadas, cochilos e trocas de fralda.
Naquela manhã, o apartamento estava silencioso. Yves, depois de uma madrugada mais agitada, finalmente dormira. Aproveitei o breve momento de calmaria para sentar no sofá com uma xícara de café pela metade e o notebook apoiado nas pernas. Na tela, o p