Era pouco mais de duas da manhã quando acordei com o choro. Demorei um segundo para lembrar que não estava sozinha, que aquele som agudo e insistente vinha do pequeno ser dormindo a poucos passos da minha cama.
— Calma, amor... tô aqui — murmurei, a voz ainda sonolenta, levantando-me com cuidado.
Yves chorava de olhos fechados, os punhos erguidos como se lutasse com o ar. Peguei-o no colo com delicadeza, embalando-o contra o peito. Meu corpo reagia no automático: o coração acelerado, os olhos m