Voltei à confeitaria numa manhã de céu pálido e vento morno, o tipo de dia que parece pedir silêncio e colheradas lentas de pudim. Yves estava na creche da comunidade do bairro por algumas horas — um respiro novo, conquistado com esforço e alguma ajuda de Vanessa. Eu precisava de tempo. Mas, mais do que isso, precisava de ar.
Liam sorriu quando me viu.
— Mesa de sempre? — perguntou, já indo pegar a bandeja.
Assenti com um aceno curto. Não era o tipo de dia em que as palavras fluíam facilment