Quinta-feira à noite / Apartamento de Sophia (continuação)
O beijo recomeçou com mais urgência, sem palavras, só respiração e toque. As mãos de Luna subiram pela camiseta de Sophia, sentindo a pele quente, os músculos tensos. Sophia gemeu baixinho quando os dedos finos alcançaram suas costas, as unhas arranhando de leve, como se quisessem marcar território.
— Você tem certeza? — Sophia perguntou entre beijos, ofegante.
— Nunca tive tanta. — Luna respondeu, empurrando-a gentilmente até o sofá