Sophia acordou com o corpo ainda febril, como se a madrugada anterior tivesse deixado traços em sua pele. Ela levou os dedos até os lábios, lembrando do gosto do próprio prazer, e os olhos demoraram segundos a mais na tela do celular. Nenhuma nova notificação. Nenhuma nova mensagem daquela que a fizera perder o controle.
“Qual é o nome dela?”
Era uma pergunta simples. Mas carregada de tempestades.
Levantou-se lentamente, ignorando o café da manhã. A cabeça girava entre o desejo bruto e