Diogo não dormiu naquela noite.
A casa, que antes parecia grande demais, agora soava vazia. Cada canto carregava o eco da discussão, das palavras que ele não conseguia recolher. O controle, sua principal armadura, havia falhado e a sensação era de vulnerabilidade crua.
Às seis da manhã, ele já estava no escritório.
Convocou uma reunião que não precisava acontecer. Reabriu contratos que já estavam fechados. Falou mais do que o necessário, decidiu rápido demais. A equipe percebeu. Quando Diogo en