Um mês havia se passado desde a noite em que Diogo e Melina cruzaram uma linha que jamais poderia ser apagada.
No papel, continuavam cumprindo cláusulas. Na prática, já não sabiam mais onde terminava o contrato e onde começava o sentimento. A rotina da empresa seguia firme, mas os olhares demorados nos corredores, os toques rápidos e o sorriso fácil denunciavam que algo era real demais para continuar escondido.
O escritório de Diogo tornara-se um risco constante.
Naquela tarde, Melina entrou co