A sala de reuniões estava fria e formal, repleta de executivos, conselheiros e investidores que não escondiam a desaprovação. O ar parecia pesar a cada passo de Diogo e Melina entrando juntos, lado a lado.
— Estão certos de que querem se pronunciar sobre essa decisão? — perguntou o presidente do conselho, olhando para eles com cepticismo.
— Absolutamente — respondeu Diogo, firme, sem deixar a mão dela escapar da sua. — Não há contrato. Não há obrigação. Apenas nós e nossas escolhas.
Um murmúrio