O apartamento estava silencioso, mas a tensão podia ser sentida em cada canto. Diogo estava de pé, olhando pela janela, braços cruzados, expressão fechada. Melina entrou, segurando o casaco, a respiração curta, os olhos brilhando de frustração.
— Precisamos conversar — disse ela, tentando manter a voz firme.
— Sobre o quê? — respondeu ele, sem se virar. A tensão na voz denunciava que ele já sabia.
— Sobre tudo — respondeu ela, aproximando-se devagar, mas sem recuar. — Sobre o conselho, a mídia,