Jonas parou. A memória voltava com força total — não era apenas a mala ou os panos. Ele havia mexido nas coisas dentro da caverna.
Lembrava-se nitidamente: os dedos pequenos e sujos de areia folheando papéis manchados, puxando um pano para o lado e revelando uma foto antiga, em preto e branco, levemente enrugada.
Na imagem, havia uma mulher de cabelos escuros, vestida de modo sóbrio, mas com os olhos voltados diretamente para a câmera. Um olhar profundo. Quase acusador.
Ele ficou ali parado por