Jonas, naquela lembrança que agora parecia tão viva quanto o presente, observava a estrutura com fascínio e medo.
Quando esticou a mão de novo e tocou a parte central da máquina, um zumbido baixo percorreu seu corpo como uma corrente elétrica fraca, mas constante. Não era dor — era mais como uma vibração interna, uma resposta do próprio corpo à presença daquilo.
Sons começaram a surgir.
Não vindos da máquina, mas de dentro da mente dele: sussurros em línguas que não conhecia, ecos distorcidos c