Capítulo 3

— Şymal estuda aqui desde pequena. Ela tem 9 anos agora e eu também estudei nessa escola quando era criança. Aslı respondeu e quando Volkan foi responder, o celular da moça tocou.

—Um momento, deve ser meu irmão preocupado.

A jovem atendeu a ligação e explicou para Omer que Volkan deduziu ser o irmão dela, que o problema do pneu tinha sido resolvido e ela se atrasaria alguns minutos para o trabalho.

— Desculpa, mas se eu não respondesse, meu irmão ficaria preocupado.

Aslı pegou sua bolsa no carro e tirou de lá um cartão de visitas.

Entregou para Volkan que ficou surpreso com o gesto.

— Se o senhor gostar dos biscoitos e tiver um tempinho para tomar um café, eu trabalho nessa padaria e o café e biscoito será por minha conta.

— Agora eu preciso ir embora, minha cunhada está esperando pelas compras e vou ao supermercado ainda.

Volkan então estendeu a mão novamente, em despedida, guardou o cartão na sua carteira, e desejou um bom dia para Aslı. A jovem entrou no seu carro e seguiu para o supermercado.

Volkan ainda ficou parado, por alguns segundos, pensando no que tinha acontecido minutos atrás.

Ele não se interessava por nenhuma mulher e apesar de noivo, Cansu e ele nunca tiveram nenhuma intimidade antes. O advogado preferia casos de uma noite e nunca escondeu isso da noiva.

Mas agora, anos depois, uma jovem mulher mexeu com os sentimentos do homem.

Verificou a hora no relógio e viu que estava atrasado. Ele precisava estar no escritório às 8 e era quase 8:45 da manhã.

Só então lembrou que o celular ficou no carro e com certeza a secretária tinha ligado várias e várias vezes para ele.

Volkan foi para o carro e pegou o celular que estava no porta— treco e ligou para sua secretária.

— Meryem tive um imprevisto, mas já estou chegando no escritório. Demir e Cemil já chegaram?

A secretária então avisou que os dois sócios já estavam conduzindo a reunião e Volkan lembrou a moça de ligar para Zeynep lembrando sobre o horário que Yiğit sairia da escola.

Desligou e seguiu para o trabalho, com o pensamento em uma certa jovem de olhar cativante e cabelos cor de mel.

*************

Aslı, depois de uma hora de compras, enfim tinha tudo que a cunhada precisava no carrinho de compras. O irmão ligou várias vezes para saber se estava tudo certo com o carro e avisou a irmã que ela venderia aquele carro velho. Ele a ajudaria a comprar um novo, mesmo sendo usado, mas sem problemas mecânicos.

Enquanto Aslı guardava as compras no porta malas, lembrou do homem chamado Volkan que a ajudou a trocar o pneu.

— Ele era tão elegante e parecia ser rico. O que será que ele fazia naquela região que não era de gente rica? – Pensou.

A jovem se fechou para o amor depois da morte do marido.

Osman era 3 anos mais velho do que ela e, mesmo com o pai sendo contra o casamento por ela ser tão nova, o casal se amava. Viveram felizes até a morte do marido, anos atrás.

Osman era órfão e morava na mesma rua que a família de Aslı. Os dois cresceram juntos. O marido da jovem morava junto da sua tia, que depois da morte do sobrinho, voltou para sua cidade natal.

Após a morte de seu companheiro, a sua vida era dedicada a cuidar de Şymal.

Namoro ou um novo casamento, não estava em seus planos, e mesmo os encontros com Ali, amigo de Omer e também comissário, para Aslı não teve importância.

Nenhum homem mexeu com ela, até aquela manhã...

— Sua boba, o homem nem vai lembrar de você e muito menos ir na padaria lanchar como você está sonhando.

Aslı organizou tudo e seguiu para a padaria.

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