Zeynep observava o pai dormir com a respiração pesada e irregular, como se até mesmo descansar fosse uma batalha difícil demais para Aslan. A luz fria do hospital recortava o rosto marcado dele, destacando a barba por fazer. O homem que antes parecia grande o suficiente para esmagar o mundo inteiro agora permanecia imóvel naquela cama, ligado a fios e máquinas que apitavam baixo, lembrando o quanto a vida podia destruir alguém em silêncio.
Ela segurava a mão dele com delicadeza, os dedos aperta