—Erm... então eu agora preciso ir mesmo, eu gostei de jantar com você e quem sabe um dia possamos nos reencontrar. Agora eu tenho que ir...
—Eu vou te seguindo no seu carro até a sua casa. Não é certo você ir sozinha daqui e espera, vou te entregar algo.
Volkan tirou a carteira do bolso do paletó e de lá tirou um cartão com o seu nome e telefone.
—Se você precisar de alguma coisa, se quiser conversar ou me convidar novamente para comer na barraca do tio Murat é só me ligar.
— Agora vamos, você