Depois do confronto com o Silenciador, Emeraude não foi mais a mesma.
Algo havia sido liberado dentro dela. Um canal. Um eco ancestral que agora pulsava em seu peito como um segundo coração — não feito de carne, mas de lamentos, memórias e cantos esquecidos. Vozes antigas começaram a sussurrar quando ela fechava os olhos. Algumas pediam ajuda. Outras apenas cantavam… histórias de dor e coragem.
Certa noite, enquanto descansava no sótão de casa, ela ouviu claramente:
— "Emeraude... está na hora