Narrado por Bruna
Continuo encarando Sombra enquanto me aproximo. Mas, antes que eu diga qualquer coisa, vejo uma mulher se aproximar dele. Ela sorri, e ele retribui. A visão me corta por dentro, como uma lâmina afiada de orgulho ferido. Ergo o queixo, passo direto por ele sem sequer olhá-lo, e vou até o barzinho.
Pego uma caipirinha — que, por sinal, está maravilhosa — e retorno para a pista com o copo na mão. No caminho de volta, passo novamente por Sombra, que dessa vez segura meu braço, fa