Quando Mariana chegou em casa, depois do jantar com Matheus, sentiu o peso dos últimos dias recair sobre seus ombros como uma carga invisível, mas sufocante. O silêncio do apartamento parecia aumentar sua angústia.
Pegou o telefone, olhou para o número do pai e hesitou, o dedo pairando sobre a tela. "Será que ele está bem?", pensou, sentindo uma pressão no peito. Fazia dias que ela não conseguia falar com ele, e a preocupação crescia, a cada tentativa frustrada de contato.
Mariana respirou fun