Helena acordou com a sensação de que não tinha descansado. O corpo estava pesado, a mente ainda mais. Abriu os olhos devagar, encarando o teto do quarto, enquanto o silêncio da manhã envolvia tudo ao seu redor. O sonho da noite anterior ainda estava muito vivo dentro dela — ou talvez nem tivesse sido apenas um sonho.
Arthur estava lá. De novo.
Não como o homem que conhecia nesta vida, mas como alguém que lhe era ainda mais íntimo, mais próximo, como se suas almas se reconhecessem antes mesmo de