Arthur acordou antes do despertador tocar.
O quarto ainda estava mergulhado na penumbra, e o silêncio da casa parecia mais pesado do que de costume. Por alguns segundos, ele permaneceu deitado, encarando o teto, sentindo o coração bater rápido demais para alguém que acabara de abrir os olhos. Não foi um pesadelo que o despertara, mas uma sensação persistente de alerta — como se algo invisível estivesse prestes a atravessar a linha entre o passado e o presente.
A lembrança das mensagens voltou à