O corredor estava silencioso quando Valentina surgiu.
Vestido preto, costas nuas, tecido aderindo ao corpo como uma segunda pele.
Salto alto, passos seguros.
O cabelo solto, ondulado, caía como se fosse parte do movimento.
A maquiagem era impecável — delineado afiado, pele de vidro, e o batom vermelho intenso que parecia uma declaração de guerra.
Ela não estava bonita.
Ela estava letal.
A sala de vidro apareceu diante dela — transparente, exposta, impossível de esconder.
Dominic