A manhã seguinte trouxe um movimento inesperado. O peso do processo que Gabriel havia movido ainda repousava sobre os ombros de Isadora, mas quando ela caminhou até a livraria, percebeu algo diferente: os olhares das pessoas não eram apenas de curiosidade ou julgamento. Havia neles um brilho novo, um gesto de reconhecimento, como se parte da cidade começasse a se alinhar ao seu lado.
Na porta da loja, encontrou um cartaz improvisado colado discretamente na vitrine. Era um bilhete escrito à mão