O domingo começou lento, com o silêncio da cidade quase preguiçoso. As ruas, ainda úmidas do sereno da madrugada, refletiam um brilho pálido de sol que parecia não ter pressa em aquecer. Isadora acordou antes que os sinos da igreja marcassem a primeira missa. Ficou sentada na beira da cama, os pés descalços tocando o piso frio, sentindo a estranha mistura de calma e de tensão que se tornara rotina.
Ela sabia que Gabriel não recuaria. A cada passo dela em direção à própria liberdade, ele surgia