Elô acordou com o gosto de ferro na boca e o som de alguém sussurrando seu nome.
— “Elô… não dorme… se você dormir, eu desapareço…”
Mas quando abriu os olhos, não havia ninguém ali.
Estava deitada no chão da biblioteca subterrânea, o Guardião do Esquecimento havia desaparecido, e as portas de madeira haviam sumido como se jamais tivessem existido.
A única coisa que restava era a esfera em seu bolso — agora fria, quase opaca.
E, dentro dela, uma nova gravação pulsava, como um coração de vidro pr