A aurora veio como um sopro leve, tingindo o céu de cores tênues — lilás, dourado e um azul tão suave que parecia respirar. O vento atravessava o campo com um perfume de flores recém-nascidas, e o rio, em sua constância silenciosa, refletia o novo dia com um brilho quase espiritual.
Isadora despertou com a claridade entrando pelas frestas da janela. O corpo já sentia o peso dos anos, mas o espírito estava leve, solto, em paz. Levantou-se devagar, apoiando-se na beira da cama, e por um instante