A van avançava lentamente por uma estrada esquecida entre montanhas, longe de radares e estradas principais. No banco de trás, entre almofadas improvisadas, as crianças dormiam. Algumas choravam baixinho, outras apenas tremiam em silêncio.
Cael, com o braço enfaixado, observava-as uma a uma. Em silêncio.
Helena o observava.
— Por que agora? — ela perguntou.
Ele não respondeu de imediato. Estava esgotado, mas lúcido.
— Porque hoje… eu vi o que poderia ter sido, se alguém tivesse feito isso por m