O barulho insistente da campainha ecoou pelo apartamento.
Helena estava prestes a sair para mais um dia de trabalho quando abriu a porta… e ali estava ela. Isadora. Com os cabelos impecavelmente arrumados, maquiagem sutil e uma expressão cuidadosamente montada entre arrependimento e vulnerabilidade.
Helena não disse nada. Apenas cruzou os braços e a observou.
— Posso entrar? — a irmã perguntou, a voz mais doce do que de costume.
Helena deu um passo para o lado, apenas para não fazer escândalo n