O elevador subia em silêncio, levando Camila e Leonardo até a cobertura do Hotel Montreux. Cada andar que passava parecia apertar mais o peito dela, como se o ar fosse ficando mais rarefeito, mais pesado.
Leonardo segurava sua mão com força. Não era apenas um gesto de apoio — era uma âncora. Uma promessa silenciosa de que, acontecesse o que fosse, ele estaria ali. Ou, ao menos, queria acreditar nisso.
Quando as portas se abriram, Alexandre já os aguardava, parado em frente às enormes janelas de