O relógio marcava 2 da manhã quando Camila finalmente conseguiu se entregar ao sono, exausta demais para resistir. Mas mesmo no silêncio do quarto, a mente não parava: lembranças, dúvidas e promessas disputavam espaço em seu coração.
A casa onde estavam refugiados parecia segura, escondida entre as montanhas, longe do barulho da cidade. Mas para Camila, o perigo não estava no lugar — estava dentro dela. No medo de que tudo o que havia conquistado pudesse desmoronar em questão de segundos.
Leona