O silêncio no carro era quase sufocante. Camila olhava fixamente para a mensagem no celular, enquanto Leonardo apertava o volante com tanta força que seus nós dos dedos ficaram brancos. O eco das palavras — "Confie apenas em quem tem sangue de fogo" — não saía da cabeça dela.
— Isso não é só uma ameaça — ela quebrou o silêncio, olhando para ele. — É um aviso. Mas... quem me mandou isso?
Leonardo desviou os olhos da estrada rapidamente, analisando a expressão dela.
— Sangue de fogo... — repetiu