A noite na mansão nunca dormia de verdade.
Mesmo quando os corredores silenciavam, eu sentia o prédio respirar. Portas que rangiam baixo demais para serem descuido. Passos que não ecoavam por acaso. Depois da negociação, tudo parecia… atento a mim.
Troquei o paletó por uma camisa preta mais leve, ainda masculina no corte, mas sem esconder quem eu era. Prendi o cabelo em um coque baixo. Ayla, não Alex. Ainda estranho. Ainda bom.
Quando saí do quarto, quase trombei com Mateo.
— Você anda em silên