POV CATARINA
Cecília não diminuía a velocidade. Eu temia cair a qualquer momento.
A única coisa que pude fazer foi deitar meu rosto sobre a crina dela e aguardar o pior… mas ele não veio.
— Cecília! Pare! — ouvi uma voz firme gritar ao longe.
Ergui a cabeça e lá estava ele: José Eduardo, observando tudo de longe.
— Meu Deus, obrigada.
— Cecília, pare agora. Vamos! — ele ordenava.
Aos poucos, Cecília foi se acalmando e diminuindo o ritmo.
Pareceu entender que estava tudo bem.
Inclusive, relincho